domingo, 17 de março de 2013

Balas & Bolinhos Mesmo em Frente ao Teu Focinho!

Ontem foi dia de rir e bom rir. Não, não era o dia do riso nem nada que se pareça, simplesmente, aqui o Berílio e a Quinhas, fomos assistir a um espetáculo de comédia ao Coliseu do Porto.

E digo Espetáculo com E maiúsculo, desde o início do estáculo até ao final foi impossível parar de rir. E de que espetáculo estou eu a falar? Do grandioso Balas & Bolinhos.

Os protagonistas desta bela saga de peripécias da quadrilha de ladrões/mentirosos/impostores/azarados decidiram presentear os espectadores com mais três espetaculos do seu belo trabalho, 2 no coliseu do Porto e 1 na capital. 

Os do Porto já lá vão, com enorme sucesso, com a sala praticamente esgotada, agora é a vez dos lisboetas receberem estes talentosos senhores.

De facto eles possuem o dom da comédia e é pena que termine aqui esta história.

Se estiverem por Lisboa dia 30 de Março, se puderem não percam "Balas & Bolinhos Mesmo à frente do teu focinho" pois irão rir-se do primeiro ao último minuto, num estaculo bem preparada e preparado ao detalhe, com muitas novidades!

Be


quinta-feira, 14 de março de 2013

Papa Chico I

E pronto, eis que o mundo católico conhece o seu novo líder.
Estou espectante para ver como será o pontificado deste novo Papa, pois muito se tem falado do seu percurso e agora quero ver como será que o homenzinho se vai portar. Vai manter o mesmo tipo de atitudes? Penso que não. penso que a Igreja mexe com muitos assuntos políticos e acho que vai ser aqui que este Papa irá falhar.

Em relação ao homem especificamente, nunca ouvi falar do homenzinho, tal como a maioria, aliás tal se notou pelos jornalistas que ficaram todos desconcertados quando foi anunciado que o novo Papa seria o cardel Bergoglio e começaram a pesquisar.

Honestamente, acho que não teremos um Papa tão apaixonante e cativante como João Paulo II, era um homem ternurento; Bento XVI confesso que me passou ao lado, não creio que tenha sido marcante em nada, mas se bem que, tinha uma "herança" pesada, pois era difícil substituir João Paulo II. Ou seja, Bento XVI teve um pontificado curto e penso que também ficará por pouco tempo na memória das pessoas.

Papa Francisco I, veremos o que vai sair daqui, potencial o homem tem, ou parece ter, agora é esperar. Preferia que tivesse sido nomeado um Cardeal mais novo, pois este só tem menos 2 anos que o Bento XVI quando foi nomeado.

Em relação ao nome escolhido, não há muito a dizer também, tem a ver com a ordem a que pertence, mas se bem que sempre que me falam em jesuítas só me apetece ir a uma pastelaria :p

E para mim será o Papa Chico :) porque todos os Franciscos são Chicos!

Be

segunda-feira, 4 de março de 2013

Coração!

Já pensei em colocar o meu coração numa bandeja de prata e dá-lo a comer aos tigres da Malásia. Mas, depois pensei: e se eles não gostarem?

(...) surge em mim uma ideia ainda mais pitoresca. A de pegar nele e depositá-lo num cofre dourado pelo tempo, qual tarefa delegada a um caçador das histórias de encantar (...)

Mas, depois coube em mim este pensamento: e se o pobre do meu órgão circulatório... asfixiar com a falta de ar limpo e puro na dita caixinha claustrofóbica? Não me parece.

Por conseguinte, achei melhor empreender todos os meus esforços mentais numa ideia mais frutífera.

Foi aí que o imaginei colado ao céu a substituir a lua da noite! Deixava-a descansar, pobrezinha, que já não dormita desde os primórdios do universo para alumiar a madrugada dos cinco continentes. Aliás, falo dos cinco continentes de hoje, porque os geólogos dizem que eles estão em constante movimento e que até já foram um só, segundo uma teoria qualquer da tectónica de placas. Mas, tal como uma avalanche que varre a aldeia da encosta da montanha, esta ideia sumiu-se-me: o que será de mim se o sol se zangar com a amante, por se deixar substituir por algo tão pouco brilhante? E se se divorciam e ele foge para um sistema vizinho? Muito arriscado, condenaria a humanidade a uma eternidade sem praia, por isso desisti veemente da ideia.

E fico assim, pensativa, com a sobrancelha semi-franzida, a ser invadida por vazios pouco dictantes e que de nada servem a não ser para provar a inépcia que me acomete. Por isso, e com alguma relutância, invisto na possibilidade de to dar. Com relutância, é verdade, porque, fazendo bem as contas, eu entrego-te o meu bem mais precioso sem a promessa de qualquer retorno. É sabido que ficarei sem ele, mais pobre, talvez.

Mas alegra-me a ideia de existir alguém, algures, detentor de dois, ao invés de um só, corações. E o meu, bem, o meu dá-te um ar mais distinto.
 
C.B.